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AUTOCONSUMO – O QUE É?

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O autoconsumo solar de eletricidade é o processo através do qual se utilizam sistemas solares fotovoltaicos com o objetivo de produzir eletricidade destinada a consumo próprio. A legislação atualmente em vigor permite às empresas portuguesas instalar estes sistemas para fazer face às suas necessidades específicas de energia. Isto permite às empresas reduzirem os custos energéticos e deixar de dependerem da variação futura dos preços de eletricidade.

Autoconsumo Instantâneo

Como está definido para Portugal o autoconsumo é instantâneo, isto é, ocorre quando existem consumos ao mesmo tempo que é produzida a eletricidade pelo sistema fotovoltaico. O excedente produzido, ou seja, quando a produção é superior ao consumo, é injetada na rede e vendida a 90% do preço do OMIE.

 

Autoconsumo vs. Autoprodução

Autoconsumo: é a percentagem de energia solar produzida que efetivamente é utilizada para o consumo (o excedente é injetado na rede); autoprodução: é a percentagem do consumo elétrico total de uma empresa que é assegurada pela produção de energia solar (autonomia).

 

 

Autoconsumo na Europa

A implementação de mecanismos de autoconsumo é uma realidade em vários países europeus. Bélgica, Holanda e Dinamarca apostam, por exemplo, em sistemas de net-metering, onde a rede elétrica serve de “armazenagem” do excesso de energia produzido para utilização futura. Também Alemanha e Itália têm os seus próprios incentivos ao autoconsumo.

PASSADO E PRESENTE

 

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A entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 153/2014 tornou mais fácil a geração de benefícios com a energia para os estabelecimentos comerciais em Portugal. Anteriormente, apenas era permitido produzir eletricidade se esta fosse injetada na rede elétrica, a preços bonificados, mas atualmente o foco encontra-se no autoconsumo, possibilitando a cada empresa produzir a sua própria eletricidade sem criar novos custos para o setor elétrico.

Autoconsumo - A nova legislação

O Decreto-Lei n.º 153/2014, de 20 de outubro, revogou o Decreto-Lei n.º 34/2011, de 8 de março, alterado pelos Decretos-Leis n.º 25/2013, de 19 de fevereiro, e 367/2007, de 2 de novembro, alterado pela Lei n.º 67-A/2007, de 31 de dezembro, e pelos Decretos-Leis n.º 118-A/2010, de 25 de outubro, e 25/2013, de 19 de fevereiro, que até então regulava a atividade de produção descentralizada de energia elétrica.

Eficiência energética

A nova legislação permite a possibilidade de injetar o excedente de produção de eletricidade na rede, vendendo-a a um preço 10% inferior ao do valor do mercado grossista de energia (OMIE). Assim, o foco deverá estar no autoconsumo e no adequado dimensionamento dos sistemas solares fotovoltaicos para as reais necessidades de consumo das empresas em Portugal, promovendo a eficiência energética e maximizando o retorno do investimento.

Menos burocracia

Os procedimentos relativos à instalação de unidades de produção foram simplificados para sistemas até 1MW de potência via portal SERUP (Sistema Eletrónico de Registo de Unidades de Produção). Só em sistemas com uma potência superior a 1 megawatt se exige licença de produção aprovada pela DGEG.

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